Segmentation Fault error on http:rb:799 with Ruby 1.9.3 on RVM

/Users/luciano/.rvm/rubies/ruby-1.9.3-p0/lib/ruby/1.9.1/net/http.rb:799: [BUG] Segmentation fault

ruby 1.9.3p0 (2011-10-30 revision 33570) [x86_64-darwin11.2.0]

I was getting the error above when I tried to use the aws-sdk gem, to manage files I have on AmazonS3. I'm on a OS X 10.7.2 operating system.

A good place to start is running "rvm requirements" on your terminal and verify if you have all things listed there. There are different requirements for the different ruby versions.

If you're going to install osx-gcc-installer, get it from https://github.com/kennethreitz/osx-gcc-installer/downloads.

After several tries and websites visited, what acctually worked for me is the following commands:

If you're getting the same error, I hope this can help you too!

Liderança

Qual é a maior forma de liderança:

1 - fazer com que as pessoas à sua volta percebam em você um líder?

2 - fazer com que as pessoas à sua volta percebam um líder em si mesmas?

Sinceramente, fico com a segunda. Se eu conseguir isso, me dou por satisfeito.

"Você que está aí sentado, levante-se! Há um líder dentro de você, governe-o, faça-o falar." (Chico Science)

Google Earth rodando no Ubuntu

Quem usa o Ubuntu e tentou fazer o Google Earth funcionar deve ter se estressado bastante já. O aplicativo mostra uma tela de abertura e some de repente. Em resumo, há um bug desconhecido, não se sabe se é no aplicativo ou em alguma biblioteca do sistema operacional. Segundo um forum no Google, parece ser a segunda opção. Mas vamos à solução! Depois de instalado o GoogleEarth, abra o terminal e execute os comandos abaixo:
cd google-earth/ wget http://librarian.launchpad.net/7037027/libGL.so.1 -O libGL.so.1

Ao ser executado novamente, o GoogeEarth vai enfim funcionar!

Alternando versões do Java no Ubuntu

Para alternar entre versões do Java instaladas no Ubuntu, rode os dois comandos a seguir no seu terminal:

sudo update-alternatives --config java

sudo update-alternatives --config javac

O primeiro permite alternar a versão do java. O segundo é para o compilador java.

As versões instaladas serão listadas. Basta informar o índice da que você quer utilizar e 'Enter'.

Você sempre pode fazer menos!

A parte mais difícil sobre fazer um bom software que é entregue no prazo é saber o quê e quando sacrificar. Como programadores e designers, muitas vezes nos apaixonamos por nossos requisitos e somos incapazes de matá-los. Confundimos o que nós dissemos que vamos fazer com o que deve ser feito. Raramente é; Você sempre pode fazer menos. O que impede a maioria das pessoas de fazer menos é o medo do fracasso. O equívoco de que se você não tiver tudo feito, o resto não vale nada. Que sem esse ou aquele recurso, ninguém vai querer usá-lo. Besteira! A maioria dos softwares tem uma essência minima que justifica a sua existência, tudo depois disso são vontades e desejos confundidos com carências e necessidades. A maneira mais fácil de enxergar o que se pode viver sem, é planejar um jogo de restrições: Você tem que entregar na sexta-feira, você não pode adicionar mais pessoas e você não pode trabalhar de noite. Recursos fixos, tempo fixo. Tudo o que resta para mexer é escopo. É incrível como se tornam criativos os cortes e inteligentes os sacrifícios quando se está encurralado. É quando tem que escolher que você faz as melhores escolhas. Para cada estimativa de 1 dia para uma tarefa, há uma versão mais simples que você pode fazer em 3 horas, e uma mais simples ainda, que você pode fazer em 30 minutos. Ponha-se numa sinuca-de-bico, encurralado, e essas versões vão aparecer claramente diante dos seus olhos. Você sempre pode fazer menos! Traduzido por Luciano Costa. Link para o original, em Inglês: http://37signals.com/svn/posts/2106-you-can-always-do-less

Caindo na Real

"Quer construir uma aplicação web de sucesso? Então é hora de Cair na Real. Caindo na Real é o menor, mais rápido e melhor caminho para construir software." Assim começa o livro Getting Real, da 37signals. É um conceito de trabalho focado em entrega de software de verdade. O pessoal que escreveu o livro chuta o balde do formalismo e invencionismo que putrifica o mundo do desenvolvimento de software. Danem-se os gráficos, esquemas e documentos que tentam representar a realidade. Vamos ao que interessa: software funcionando e que atenda às necessidades do seu cliente. Nada mais, nada menos. O livro deixa claro já no início que não se propõe a ser solução definitiva para todos projetos de todas as empresas. Funcionou perfeitamente no contexto deles (e no meu também!) e acharam válido ter isso registrado e compartilhado. Como já disse, os caras chutam o balde. Principalmente o balde daquelas empresas que tentam se mostrar altamente eficientes através de seus fabulosos processos mas que na verdade nem conseguem seguí-los no dia-a-dia. É uma leitura válida para todos no sentido de botar os pés no chão, principalmente para os pequenos, para que continuem pequenos, porém mais produtivos e lucrativos. O link para leitura em português é: http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php Apresentei a idéia na FACENSA em maio/2009, junto com o colega João Tavares. A brincadeira gerou uma série de discussões muito legais e muita coisa caiu por terra... =)

Hello Descuido!

Mas que descuido! Esqueci que o primeiro post de um blog sobre TI deve se chamar "Hello World" e apresentar sua razão de existir... Então... Finalmente criei um blog, no intuito de registrar e compartilhar algumas percepções minhas sobre assuntos que me interessam, como Gestão, Engenharia de Software,  Métodos Ágeis, Programação Neurolinguística, etc. Espero aqui conhecer novas pessoas com interesses parecidos, aprender e ajudar na medida do possível. Abraço!

Subversion no Pendrive

Subversion é uma das melhores aplicações para controle de versões. É a que uso e recomendo. E é gratuita! Atualmente tenho usado bastante meu pendrive como ambiente de trabalho. A partir dele rodo minhas IDE's favoritas (Eclipse, Aptana, ArgoUML) configuradas à minha maneira, de modo que não precise ficar 'montando ambientes' em cada máquina que utilizo. Nele levo também a última versão do Java, bancos de dados, o Vertrigo, uma versão do CorelDraw que não necessita instalação, algumas músicas e umas tranqueirinhas do PortableApps. É meu canivete suiço! Tá, e aí? E o Subversion? Bom, e aí que você pode usar seu pendrive como Repositório do Subversion também, levando seu "servidor" aonde for. É extremamente útil para quem tem projetos pessoais, ou mesmo documentos. Passo 1: Baixe e instale um Cliente para o Subversion Uso e indico o TortoiseSVN, mas pode ser qualquer outro. Passo 2: Criar o repositório Destine um diretório em seu pendrive para servir de repositório. Usando Windows e TortoiseSVN, basta clicar com o botão direito do mouse dentro do diretório desejado e clicar em "Create repository here...". Passo 3: Criar uma cópia de trabalho Clique com o botão direito no seu diretório de trabalho (o meu geralmente é "C:\Desenvolvimento\") e escolha a opção "SVN Checkout" no menu do Subversion. Na janela que abrir, no campo "repository" informe o caminho do seu pendrive utilizando o 'protocolo' "file:///" em vez de "svn://". No meu caso, ficou assim "file:///H:/RepositoriosSVN/projetoX". Agora basta sair usando normalmente o Subversion, seja como plugin do Eclipse, TortoiseSVN ou como preferir. Seu repositório móvel está pronto!